Visão Geral do Mercado:
O Mercado de Construção de Portugal está projetado para crescer de USD 12.126,76 milhões em 2024 para USD 14.546,21 milhões até 2032, com um CAGR de 2,3% de 2024 a 2032.
| ATRIBUTO DO RELATÓRIO |
DETALHES |
| Período Histórico |
2020-2023 |
| Ano Base |
2024 |
| Período de Previsão |
2025-2032 |
| Tamanho do Mercado de Construção de Portugal 2024 |
USD 12.126,76 milhões |
| Mercado de Construção de Portugal, CAGR |
2,3% |
| Tamanho do Mercado de Construção de Portugal 2032 |
USD 14.546,21 milhões |
Os impulsionadores do mercado incluem demanda por habitação, melhorias na infraestrutura e metas de sustentabilidade. O crescimento da população urbana apoia novos desenvolvimentos residenciais. Programas governamentais incentivam edifícios energeticamente eficientes e reforço sísmico. Projetos de infraestrutura focam em estradas, ferrovias e portos para melhorar a logística. A recuperação do turismo apoia hotéis, resorts e instalações públicas. Investimentos estrangeiros sustentam a construção comercial e logística. Ferramentas digitais melhoram o planejamento de projetos e controle de custos. A escassez de mão de obra qualificada aumenta o foco na produtividade. Esses fatores sustentam uma atividade de construção estável em todos os segmentos.
A atividade regional se concentra em torno dos principais centros econômicos. Lisboa lidera devido à reurbanização e demanda por habitação. Porto segue com crescimento comercial e melhorias no transporte. Regiões costeiras se beneficiam da construção impulsionada pelo turismo. O Algarve mostra demanda constante por projetos de hospitalidade e residenciais. Regiões interiores permanecem mercados emergentes com crescimento liderado por infraestrutura. O comércio transfronteiriço apoia ativos logísticos próximos à Espanha. Programas de financiamento regional ajudam a equilibrar lacunas de desenvolvimento. Esses padrões moldam a demanda de construção em todo Portugal.

Insights de Mercado:
- O Mercado de Construção de Portugal estava em USD 12.126,76 milhões em 2024 e alcançará USD 14.546,21 milhões até 2032, com um CAGR de 2,3%, apoiado por investimentos públicos e privados constantes.
- A Área Metropolitana de Lisboa lidera com 38% de participação devido à densa demanda urbana, seguida pelo Norte com 27% devido ao crescimento industrial e logístico, e o Centro com 20% devido a projetos de infraestrutura e institucionais.
- O Algarve é a região de crescimento mais rápido com 15% de participação, impulsionada por projetos de hospitalidade liderados pelo turismo e desenvolvimento residencial costeiro.
- A infraestrutura e construção civil pesada detém cerca de 34% de participação, liderada por estradas, ferrovias, portos e pipelines de financiamento público de longo prazo.
- A construção residencial representa quase 28% de participação, apoiada pela demanda por habitação urbana, atividade de renovação e programas de habitação acessível.
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Fatores de Mercado:
Gastos Sustentados em Infraestrutura Pública e Foco na Reurbanização
O investimento governamental apoia o transporte, utilidades e instalações públicas em todo o país. Programas de renovação urbana visam distritos antigos e centros urbanos. Esses projetos melhoram a mobilidade e o acesso a serviços. As melhorias em habitação pública fortalecem a infraestrutura social. Os gastos municipais garantem uma demanda constante por empreiteiros. A estabilidade política apoia a confiança no planejamento de longo prazo. O Mercado de Construção em Portugal se beneficia de pipelines de infraestrutura previsíveis. Isso apoia o crescimento equilibrado entre obras civis e edifícios.
- Por exemplo, a Infraestruturas de Portugal concluiu a modernização do corredor ferroviário da Linha do Norte cobrindo mais de 100 km, aumentando a capacidade da linha e reduzindo os tempos de viagem através de sistemas de sinalização e trilhos atualizados.
Demanda por Habitação Residencial Impulsionada pela Urbanização e Mudanças Demográficas
O crescimento populacional urbano aumenta a demanda por habitação. Programas de habitação acessível apoiam grandes projetos residenciais. A atividade de renovação aumenta devido ao estoque de edifícios antigos. Atualizações energéticas melhoram a segurança e eficiência. Desenvolvedores focam em formatos de habitação de uso misto. O acesso a hipotecas apoia a confiança dos compradores. A concentração populacional sustenta os volumes de construção urbana. Isso mantém um fluxo consistente de projetos residenciais.
- Por exemplo, o Grupo Casais entregou mais de 1.200 unidades residenciais em Lisboa e Porto entre 2021 e 2024, incluindo edifícios de alta eficiência certificados sob padrões de energia Classe A.
Recuperação do Turismo Apoia a Atividade de Construção Comercial e Hoteleira
O crescimento do turismo apoia hotéis, resorts e ativos de lazer. Operadores de hospitalidade investem em atualizações de capacidade. Projetos de uso misto atendem às necessidades de varejo e lazer. Regiões costeiras atraem forte investimento privado. Amenidades públicas próximas a áreas turísticas se expandem. A demanda sazonal molda a entrega de projetos em fases. O Mercado de Construção em Portugal ganha com a demanda ligada ao turismo. Isso apoia o desenvolvimento comercial de longo prazo.
Políticas Ambientais e Requisitos de Conformidade com Eficiência Energética
Regras de construção verde moldam os padrões de construção. Mandatos energéticos apoiam a atividade de retrofit. Incentivos públicos encorajam materiais de baixo carbono. Desenvolvedores adotam práticas de design sustentável. Sistemas renováveis se integram em novos projetos. A conformidade melhora a durabilidade e o valor dos ativos. Metas ambientais influenciam as aprovações de projetos. Isso fortalece a demanda por soluções de construção em conformidade.
Tendências de Mercado:
Crescente Uso de Construção Modular e Sistemas de Edifícios Pré-fabricados
Construtores adotam métodos modulares para reduzir prazos. A pré-fabricação melhora o controle de qualidade no local. A escassez de mão de obra apoia a produção fora do local. A certeza de custos melhora o planejamento orçamentário. Projetos residenciais adotam formatos modulares mais rapidamente. Ativos de hospitalidade favorecem a instalação rápida. O Mercado de Construção em Portugal mostra uma adoção constante de modulares. Isso melhora a eficiência em áreas urbanas densas.
Digitalização do Planejamento de Construção e Práticas de Gestão de Projetos
Empresas de construção adotam ferramentas de design digital. O BIM melhora a coordenação entre as partes interessadas. Sistemas de rastreamento de custos apoiam o controle financeiro. O agendamento digital reduz os riscos de atraso. O uso de dados melhora a alocação de recursos. Ferramentas em nuvem ganham adoção entre pequenas empresas. O Mercado de Construção em Portugal avança na maturidade digital. Isso apoia a execução transparente de projetos.
- Por exemplo, a Mota-Engil aplica fluxos de trabalho BIM Nível 2 em grandes projetos de infraestrutura, coordenando mais de 15 disciplinas por projeto e reduzindo retrabalho através de modelos digitais totalmente integrados.
Preferência por Desenvolvimentos Urbanos Compactos e de Uso Misto
Os desenvolvedores preferem ativos residenciais e comerciais integrados. A escassez de terrenos impulsiona formatos de construção vertical. Designs caminháveis alinham-se com os objetivos de planejamento urbano. O varejo integra-se com habitação e escritórios. O acesso ao transporte orienta a seleção de locais. Layouts compactos melhoram a eficiência do uso do solo. O Mercado de Construção em Portugal reflete mudanças no estilo de vida urbano. Apoia desenvolvimentos de maior densidade.
Crescente Ênfase em Projetos de Renovação e Reutilização Adaptativa
A demanda por renovação excede as novas construções nas cidades. Ativos históricos requerem atualizações estruturais. Reformas energéticas ganham prioridade nas aprovações. A reutilização adaptativa apoia a requalificação comercial. Regulamentações favorecem projetos orientados à preservação. O caráter urbano molda o escopo do design. O Mercado de Construção em Portugal adapta-se à demanda por renovação. Equilibra as necessidades de patrimônio e modernização.
Análise de Desafios do Mercado:
Escassez de Mão de Obra Qualificada e Restrições de Capacidade da Força de Trabalho
A oferta de mão de obra qualificada permanece limitada em várias regiões. Uma força de trabalho envelhecida afeta a produtividade no local. Lacunas de treinamento impactam a qualidade da construção. Os custos de mão de obra aumentam constantemente. Pequenos empreiteiros enfrentam pressão para contratar. Cronogramas de projetos enfrentam riscos de força de trabalho. O Mercado de Construção em Portugal experimenta tensão de capacidade. Aumenta a dependência de modelos de subcontratação.
Volatilidade dos Custos de Materiais e Processos Regulatórios Complexos
Os preços dos materiais de construção flutuam frequentemente. A interrupção da cadeia de suprimentos aumenta o risco de aquisição. Aprovações de licenças atrasam o início dos projetos. Regulamentações locais variam entre municípios. A conformidade adiciona carga administrativa. Atrasos no financiamento afetam desenvolvimentos privados. O Mercado de Construção em Portugal enfrenta incerteza na execução. Requer uma gestão mais forte de custos e riscos.
Oportunidades de Mercado:
Expansão de Projetos de Retrofit Verde e Atualização Energética
Proprietários de edifícios buscam melhorias na eficiência energética. A demanda por retrofit cresce em ativos residenciais. Incentivos públicos apoiam programas de atualização. Empreiteiros ganham oportunidades recorrentes de projetos. A conformidade energética melhora a competitividade dos ativos. A tecnologia melhora a qualidade da execução de retrofits. O Mercado de Construção em Portugal beneficia-se do foco na sustentabilidade. Apoia o crescimento de longo prazo em renovações.
Modernização de Infraestrutura e Iniciativas de Desenvolvimento Regional
Atualizações de transporte criam nova demanda por construção. Projetos de portos e logística apoiam o crescimento do comércio. Regiões interiores ganham desenvolvimento liderado por infraestrutura. Financiamento público melhora a conectividade regional. Empreiteiros expandem-se além dos centros urbanos. Economias locais atraem projetos privados. O Mercado de Construção em Portugal ganha profundidade regional. Apoia uma atividade de construção nacional equilibrada.
Análise de Segmentação de Mercado:
Construção Residencial
A construção residencial abrange habitações unifamiliares, apartamentos multifamiliares e projetos de habitação acessível. A demanda urbana apoia o desenvolvimento de apartamentos nas principais cidades. Programas de habitação social sustentam a participação pública e privada. Reformas e atualizações energéticas melhoram a qualidade da habitação. Este segmento mostra demanda estável entre grupos de renda.
- Por exemplo, a Teixeira Duarte Engenharia concluiu vários projetos de construção e reabilitação na área metropolitana de Lisboa, como a reabilitação do edifício Corte Real de 1.654 m² para apartamentos turísticos e trabalhos significativos de reforço de infraestrutura na frente ribeirinha de Lisboa. A empresa participa ativamente em iniciativas de pesquisa e desenvolvimento relacionadas a soluções sustentáveis e eficiência energética na construção, alinhando-se com as regulamentações energéticas portuguesas e as melhores práticas do setor.
Construção Comercial
A construção comercial inclui escritórios, centros comerciais e ativos de hospitalidade. Os projetos de escritórios focam em espaços flexíveis e energeticamente eficientes. O desenvolvimento de varejo alinha-se com formatos de uso misto. Hotéis e resorts beneficiam da demanda turística. O segmento apoia um investimento privado constante.
- Por exemplo, a rede local da VINCI Energies em Portugal, incluindo unidades de negócios como Sotécnica e Longo Plano, aplica soluções de alta eficiência em seus projetos, como a recuperação de água dos sistemas de aquecimento e ar condicionado no aeroporto de Faro para reutilização em operações de limpeza, reduzindo assim a extração de recursos hídricos. O grupo mais amplo VINCI Construction está envolvido em vários projetos de construção de grande escala globalmente, incluindo complexos hoteleiros e desenvolvimentos urbanos, e visa consistentemente alta eficiência energética e sustentabilidade em suas operações.
Construção Industrial
A construção industrial atende a fábricas, armazéns logísticos e estruturas de utilidade. O crescimento em logística apoia a expansão de armazéns. Atualizações industriais melhoram a automação e a eficiência. Instalações relacionadas à energia atendem às necessidades de abastecimento nacional. Este segmento está intimamente ligado ao comércio e exportações.
Infraestrutura e Construção Civil Pesada
A infraestrutura abrange estradas, ferrovias, pontes, portos e aeroportos. O financiamento público apoia a modernização do transporte. Projetos de ferrovia e metrô melhoram a mobilidade urbana. Atualizações portuárias apoiam os fluxos comerciais. O segmento oferece visibilidade de projetos de longo prazo.
Construção Institucional
Projetos institucionais incluem escolas, hospitais e edifícios públicos. O gasto governamental apoia ativos de saúde e educação. Designs modernos melhoram a segurança e a capacidade. Este segmento garante uma demanda constante do setor público.
Construção de Uso Misto
Projetos de uso misto integram habitação, escritórios e varejo. A reurbanização favorece designs compactos. Projetos orientados para o trânsito melhoram o uso do solo. Este segmento alinha-se com os objetivos de planejamento urbano.
Remodelação e Renovação de Construção
A renovação inclui atualizações residenciais, reformas comerciais e restauração de patrimônio. Edifícios envelhecidos impulsionam a demanda por retrofit. Regras de preservação apoiam a restauração cuidadosa. Este segmento cresce mais rapidamente em áreas urbanas.
Construção Especializada e Ambiental
O trabalho especializado abrange reparos estruturais, sistemas MEP e acabamentos. A construção ambiental inclui tratamento de água, instalações de resíduos e suporte renovável. Objetivos de sustentabilidade apoiam este segmento. O Mercado de Construção em Portugal ganha resiliência através da demanda diversificada dos segmentos.
Segmentação:
Construção Residencial
- Projetos de habitação unifamiliar
- Desenvolvimentos de apartamentos multifamiliares
- Habitação acessível e social
Construção Comercial
- Edifícios de escritórios
- Centros comerciais e complexos de compras
- Hotéis e instalações de hospitalidade
Construção Industrial
- Plantas de fabricação
- Armazéns e instalações logísticas
- Estruturas relacionadas a energia e utilidades
Infraestrutura e Construção Civil Pesada
- Estradas e rodovias
- Ferrovias e projetos de metrô
- Pontes, portos e aeroportos
Construção Institucional
- Edifícios educacionais
- Instalações de saúde
- Edifícios governamentais e públicos
Construção de Uso Misto
- Projetos residenciais e comerciais integrados
- Complexos de reurbanização urbana
- Desenvolvimentos orientados para o trânsito
Remodelação e Renovação de Construção
- Projetos de renovação residencial
- Trabalhos de reforma comercial
- Restauração de edifícios históricos
Construção Especializada
- Serviços de reparo estrutural
- Trabalhos mecânicos e elétricos
- Serviços de acabamento e decoração
Construção Ambiental
- Instalações de tratamento de água
- Infraestrutura de gestão de resíduos
- Estruturas de apoio a energias renováveis
Análise Regional:
Área Metropolitana de Lisboa
A Área Metropolitana de Lisboa detém a maior participação do Mercado de Construção de Portugal, representando cerca de 38% da atividade total. A forte demanda habitacional apoia projetos residenciais e de uso misto. O desenvolvimento de escritórios se beneficia de serviços empresariais e investimento estrangeiro. Melhorias no transporte melhoram a mobilidade urbana e o acesso logístico. Edifícios públicos e infraestrutura social recebem financiamento constante. O turismo apoia projetos de hotéis e reformas. Continua sendo o principal centro de construção devido à concentração econômica.
Região Norte
A região Norte representa quase 27% da participação de mercado. O Porto impulsiona o desenvolvimento comercial, residencial e de infraestrutura. A construção industrial apoia atividades de manufatura e exportação. Instalações logísticas se expandem perto de portos e rodovias. Projetos de renovação urbana melhoram distritos antigos. Projetos de transporte público e rodovias fortalecem a conectividade regional. Mostra crescimento equilibrado entre os segmentos público e privado.
Regiões Centro e Algarve
A região Centro responde por cerca de 20% da atividade de construção. Projetos de infraestrutura e edifícios institucionais apoiam o desenvolvimento regional. Parques industriais e ativos logísticos recebem investimento gradual. O Algarve detém cerca de 15% da participação de mercado, impulsionado pela construção voltada para o turismo. Projetos de hospitalidade, lazer e residenciais dominam a demanda local. Melhorias na infraestrutura pública apoiam o crescimento populacional sazonal. Reflete padrões de construção específicos da região dentro do Mercado de Construção de Portugal.
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Análise dos Principais Jogadores:
Análise Competitiva:
O Mercado de Construção em Portugal apresenta forte competição entre empreiteiros nacionais e internacionais. Os principais jogadores competem através de portfólios de projetos diversificados, expertise técnica e contratos públicos de longo prazo. Grandes empresas focam em projetos de infraestrutura, energia e transporte, enquanto empresas de médio porte fortalecem posições na construção residencial e comercial. Parcerias estratégicas ajudam as empresas a gerenciar projetos complexos e exposição ao risco. Controle de custos, velocidade de execução e conformidade regulatória permanecem diferenciais chave. Ferramentas digitais apoiam a precisão do planejamento e a transparência. Mostra uma consolidação moderada, com jogadores estabelecidos mantendo vantagem em obras de grande escala e no setor público.
Desenvolvimentos Recentes:
- Em dezembro de 2025, o Grupo Casais anunciou a aquisição da unidade produtiva da Terratest na Espanha, uma transação marcante que aumenta a capacidade do grupo na Península Ibérica. A aquisição inclui um parque industrial, maquinário avançado, duas fábricas e uma equipe altamente qualificada de 300 funcionários concentrados em Madrid, Cartagena e Sevilha. Este movimento estratégico fortalece as capacidades da Casais em construção especializada e geotecnia, com planos de integração da Terratest com a subsidiária existente da Casais, Ancorpor, para estabelecer um Hub Ibérico de Geotecnia. A transação demonstra a estratégia de especialização e internacionalização da Casais, com planos de investimento significativo na modernização da fábrica de Sevilha e atualização de equipamentos usando sistemas SAP avançados e ferramentas digitais. Anteriormente, em março de 2025, a Casais Entirez, uma parceria entre o Grupo Casais e o Nahaz Investment Group, foi destacada como uma colaboração estratégica que traz os 60 anos de experiência em construção sustentável da Casais para o mercado da Arábia Saudita. Esta joint venture visa introduzir tecnologias de construção de ponta na Arábia Saudita e apoiar os objetivos do país para a Visão 2030.
- Em agosto de 2025, a Visabeira Indústria anunciou uma oferta pública obrigatória de aquisição de todas as ações da Martifer não controladas por si, pelo grupo I’M (de propriedade dos irmãos Carlos e Jorge Martins) e pela Mota-Engil, que juntos detinham 87,4% do capital. A oferta foi lançada a €2,057 por ação, seguindo um acordo de acionistas anterior que definiu os termos de controle. A oferta resultou de um acordo tripartido entre as três empresas com modificações nos termos originais do acordo de acionistas. A Martifer fechou 2024 com um lucro líquido de €23 milhões, representando um aumento de 16,8% em comparação com €19,7 milhões em 2023, marcando o melhor resultado da empresa desde 2009. O forte desempenho da empresa foi impulsionado por grandes contratos assinados em dezembro de 2023, incluindo um acordo de €300 milhões com o Estado Português para a construção de seis Navios de Patrulha Oceânica e um contrato de €103 milhões com o armador japonês Ryobi Holdings para a construção de navios de cruzeiro de luxo.
- Em julho de 2025, o consórcio denominado LusoLav foi oficialmente adjudicado com o contrato de concessão para a primeira fase do projeto Ferrovia de Alta Velocidade Porto–Lisboa. O consórcio estabeleceu uma empresa específica, Avan Norte – Gestão da Ferrovia de Alta Velocidade, que assinou o contrato de concessão de 30 anos com a Infraestruturas de Portugal em 29 de julho de 2025.
Abrangência do Relatório:
O relatório de pesquisa oferece uma análise aprofundada baseada em construção residencial, construção comercial, construção industrial, infraestrutura e construção civil pesada, construção institucional, construção de uso misto, construção de remodelação e renovação, construção especializada e construção ambiental. Ele detalha os principais players do mercado, fornecendo uma visão geral de seus negócios, ofertas de produtos, investimentos, fontes de receita e principais aplicações. Além disso, o relatório inclui insights sobre o ambiente competitivo, análise SWOT, tendências atuais do mercado, bem como os principais impulsionadores e restrições. Ademais, discute vários fatores que impulsionaram a expansão do mercado nos últimos anos. O relatório também explora dinâmicas de mercado, cenários regulatórios e avanços tecnológicos que estão moldando a indústria. Avalia o impacto de fatores externos e mudanças econômicas globais no crescimento do mercado. Por fim, fornece recomendações estratégicas para novos entrantes e empresas estabelecidas navegarem nas complexidades do mercado.
Perspectivas Futuras:
- A modernização da infraestrutura continuará sendo um pilar chave de crescimento.
- A demanda residencial permanecerá estável nos centros urbanos.
- Projetos de renovação superarão novas construções nas cidades.
- Regras de sustentabilidade moldarão as escolhas de materiais e design.
- Ferramentas digitais melhorarão a eficiência e o controle dos projetos.
- Desenvolvimentos de uso misto ganharão maior aceitação.
- A recuperação do turismo apoiará a construção de hospitalidade.
- O desenvolvimento regional se expandirá além das grandes metrópoles.
- A escassez de mão de obra qualificada impulsionará o foco na produtividade.
- A colaboração público-privada apoiará a estabilidade a longo prazo.